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Medalhas não mostram desenvolvimento

Postado em agosto 27, 2008

Por: Guilherme Giorgi Costa

A imprensa em geral está criticando a participação brasileira nos Jogos Olímpicos, em que o país terminou em 23º no quadro de medalhas com três ouros, quatro pratas e oito bronzes. Porém, se por um acaso Diego Hipólito não tivesse despencado no último salto, se Tiago Camilo não tivesse levado aquele Waza-ri, se o volei masculino, na praia e na quadra, confirmasse seu ouro e se tornasse bi campeão olímpico, se o futebol feminino levasse o ouro que merecia, se os ventos fossem fortes como Sheidt e Prada estão acostumados, o Brasil terminaria com 10 medalhas de ouro, entre os 10 primeiros no quadro de medalhas e a imprensa faria festa.

Toda a crítica que está vindo agora, principalmente da imprensa Futebolística que está fechando mais uma olimpíada e só se abrirá de novo para os outros esportes daqui a quatro anos, está focada no número de medalhas e não da forma em que o Brasil participou. Alguns ouros não vieram por pura fatalidade, e se viesse a imprensa mudaria seu discurso e aplaudiria a campanha brasileira simplesmente pelo recorde de medalhas de ouro, COMO FOI EM ATENAS.

Há quatro anos, foram “apenas” 10 medalhas e metade delas de ouro. Isso deixou o Brasil em 16º e a imprensa recebeu a delegação com festa. Agora, com 50% de medalhas a mais, o Brasil está criticando a atuação do esporte brasileiro. Não adianta se basear no número de medalhas para ver o desenvolvimente do esporte no país.

No meu blog sobre Pequim, http://www.omundoempequim.blogspot.com/ , fiz um ranking que deixa as medalhas um pouco mais de lado, e dá pontos até o oitavo colocado em cada prova. O primeiro ganha 10 pontos, o segundo 8,o terceiro 6, o quarto 5, o quinto 4 , o sexto 3, o sétimo 2 e o oitavo 1. Nele, o Brasil foi 18º com a maior pontuação da história, o que mostra que o país está evoluindo sim! Falta muito para chegar num patamar próximo a uma potência olímpica, mas estamos engatinhando.

Cuba foi 28º no quadro de medalhas com dois ouros. Todos estão falando que o esporte lá decaiu, que agora nunca mais subirão. Poxa, eles levaram 28 medalhas e foram o 11º no ranking por pontos. Eles estão em muitos esportes chegando, ainda são uma potência olímpica.

Fatalidades não podem ser julgamento do desenvolvimento do esporte em um país. O que tem de ser parâmetro para o desenvolvimento é o número de finais, o número de esportes que o país fica entre os primeiros, o número de atletas com chances de medalhas. O COB divulga isso e todos os comentaristas FUTEBOLÍSTICOS criticam a forma que o Comitê apurou o resultado de Pequim 2008.

O número de medalhas em Atlanta 1996 foi 15. O número de Pequim 2008 também foi 15. O número de finalistas há 12 anos foi 22, o número de finalistas em 2008 foi 38, quase o dobro!
E ninguém dá valor para isso. O esporte está evoluindo sim, os números mostram. Chegamos a Pequim com 38 chances de medalhas, em Atlanta eram 22.

O Comitê Olímpico Brasileiro tem seus defeitos. Tem suas corrupções, tem suas robalheiras. Mas a forma que ele mediu o desempenho de Pequim não foi errada. Foi muito certa. O problema é que a cabeça do brasileiro ainda é focada somente na medalha. E ULTIMAMENTE tem se focado somente nas de ouro.

Espero que para Londres o Brasil chegue com mais chances de medalhas, tenha mais finais e consequentemente o número de pódios aumente. Mas para isso, precisa ter quatro anos de trabalho duro, nas escuras, com pouco apoio, estrutura pequena, público quase nulo nas competições no Brasil. Para daqui a quatro anos ser julgado inustamente pelo público leigo…Tem que ter MUITA, MAS MUITA VONTADE para ser atleta no Brasil. Aqui, o quarto lugar não importa, o oitavo lugar é esquecido. Só vale a medalha, e muitas vezes você mesmo com a medalha sai como vilão.Pois esta não veio de ouro.

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Brasil encerra Olimpíada com mais uma prata no vôlei masculino

Postado em agosto 24, 2008

O Brasil encerrou a sua participação nos jogos Olímpicos na madrugada deste domingo a 1hs no jogo contra a Seleção Norte-americana de vôlei de quadra. O Brasil perdeu por 3 sets a 1, com parciais de 20/25, 25/22, 25/21 e 25/23.

Infelizmente o bicampeonato Olímpico teve que ficar para a próxima. Assista os melhores momentos do jogo

Veja outros vídeos:

“Foi meu último jogo”, afirma Gustavo

Já a Itália que enfrentou o Brasil na semifinal, perdeu para a Rússia por 3 sets a 0 (25/22, 25/19 e 25/23). Assista os melhores momentos do jogo

———————————

O Brasil encerra sua participação com um bom desempenho. Foram 5 medalhas a mais que em Atenas, apesar de serem 2 ouros a menos, o Brasil teve um crescimento muito grande em diversas modalidades, além do grande aumento no número de atletas levados para as competições a cada olimpíada.

Nas próximas postagens, um resumo do desempenho do Brasil nas Olimpídas e os principais dramas ocorridos ao decorrer dos jogos Olímpicos.

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“Não queria deixar escapar de novo”, admite Falavigna

Postado em agosto 24, 2008

Natália Falavigna não queria deixar escapar mais uma vez a medalha de bronze. Em Atenas 2004, a brasileira também chegou à disputa pelo terceiro lugar, mas foi derrotada e, em sua primeira Olimpíada, terminou em quarto. Mas desta vez, agora mais experiente, a situação foi diferente. Campeã mundial em 2005, a brasileira foi derrotada na semi, mas agarrou a oportunidade na repescagem e garantiu o bronze para o Brasil.

“Veio o fantasma de 2004 na minha cabeça. Aí pensei: ‘agora não vou deixar escapar de novo’. É válido. É claro que eu não queria que acontecesse. Mas acho que amadureci”, lembrou Falavigna.

Quando questionada se entraria para a história brasileira por ser a primeira atleta do taekwondo a faturar uma medalha olímpica na modalidade, Falavigna disse que as coisas aconteceram como a atleta planejava.

“Com certeza (entrar para a história). Tive uma boa chance, as coisas aconteceram como eu queria. Tiveram uns tropeços pelo caminho, mas dei a volta por cima. Passei um ano treinando e focando tudo o que podia. Hoje era um dia muito especial e as coisas deram certo. Nos próximos quatro anos vou ter tempo de me preparar muito mais”, comemorou a brasileira.

Sobre a luta da semifinal, em que foi derrotada pela norueguesa Nina Solheim, Falavigna perdeu por uma decisão dos árbitros no golden score. No entanto, a brasileira concordou com os juízes. “Acho que foi a decisão correta dos árbitros. Minha perna não encaixava. Não consegui fazer aquele pontinho. Realmente, quem ataca mais leva a melhor. Ela chutava bastante, embora não acertasse”.

Logo após a luta do bronze, um integrante da comissão técnica brasileira ligou para a mãe de Natália, Ana Maria, e passou o telefone para a atleta. Falavigna não conseguiu conter as lágrimas e desabou. Mais calma, a brasileira disse o recado que sua mãe lhe passou pelo celular. Ana Maria falou para a esportista sorrir muito porque hoje é o dia da atleta. “Vá para o pódio. Medalha não tem cor”, afirmou.

“Volto para o Brasil amanhã, graças a Deus. Se pudesse voltava hoje. Já arrumei minha mala. Os outros atletas do taekwondo já foram embora, estou sozinha”, completou.

Fonte: Terra

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Prata, bronze e história

Postado em agosto 24, 2008

A dupla que vale ouro e também foi ouro em Atenas, trouxe mais uma medalha para o Brasil, desta vez a de bronze. Ricardo também tem uma de prata ao lado de Zé Marco. Além de completar as três cores de medalhas, Ricardo já faz parte da história. Ricardo é o terceiro atleta com mais medalhas olímpicas, atrás apenas de Robert Scheidt e Torben Grael e entre os 4 brasileiros com mais medalhas.

É uma de cada cor, mas todas têm o mesmo sentimento, de vitória, de conquista. A de Pequim conseguiu somar as outras duas em uma só com muita superação“,

Ricardo tem planos para competir mais uma Olimpíada em Londres 2012 e brigar por um possível ouro.

No jogo, a dupla venceu a dupla brasileira naturalizada georgiana Jorge e Renatão por 2 sets a 0. Primeiro set em 21/15 e segundo a 21/10.

Já a segunda dupla brasileira Márcio e Fábio Luiz, não conseguiram bater a dupla americana Rogers e Phil Dalhausse na disputa pelo ouro, perdendo por 2 sets a 1 (23/21, 17/21 e 15/4),. Dupla que são os atuais campeões mundiais.

No vôlei de praia, o Brasil então encerra sua participação nos jogos Olímpicos com duas medalhas, prata com Márcio e Fábio Luiz e bronze com a dupla Ricardo e Emanuel.

Parabéns aos nossos atletas pelo excelente resultado.

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Equipe feminina fica em 4° no revezamento 4×100

Postado em agosto 23, 2008

Um pouco atrasada a notícia por problemas no blog ontem, não poderia deixar de postar esse resultado. Mesmo não vindo medalha, pois é um excelente resultado.

A competição terminou com a Rússia em primeiro lugar levando o ouro com o tempo de 42s31, a Bélgica em segundo com 42s54 e a Nigéria em terceiro levando o bronze com o tempo de 43s04.

O Brasil ficou em quarto com o tempo de 43s14. Por pouco a equipe brasileira não levou o bronze, ficando apenas 10 centésimos da equipe nigeriana.

A equipe da Jamaica foi desclassificada por atrapalhar as britânicas.

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Vôlei feminino conquista ouro e faz história

Postado em agosto 23, 2008

Jogo espetacular. Antes os melhores resultados da seleção eram dois bronzes em Atlanta e sidney. Time que tinha a fama de seus problemas psicológicos em jogos de decisão, pode botar isso na cara da imprensa e mudar a história do vôlei feminino.

1° set: O brasil começou muito bom no jogo, não dando muitas chances pra seleção americana. fechou o set a 20/15, com uma vantagem de 10 pontos.

2°set: O Brasil inicia com uma sequencia de erros de saque e recepção muito grande, fazendo com que os EUA conseguissem abrir uma grande vantagem logo no início do set. A seleção americana empatou o jogo em 1/1, ganhando o set por 25/17.

3°set: O time entrou novamente no jogo, errou menos, explorou o bloqueio e novamente fechou com uma boa vantagem, dessa vez em 12 pontos com o set em 25/13.

4° set espetacular e muito equilibrado, várias jogadas sensacionais, brasil buscou bola la no fundo da quadra, terminando o set a 25/21 encerrando a vitória brasileira por 3 a 1.

Amanhã, chance de mais ouro no vôlei masculino. A seleção masculina enfrenta de novo um time americano às 1h da madrugada deste domingo. Agora é a hora de mandar eles pra casa com duas prata.

Parabéns ao José Roberto Guimarães. Agora com ouro em duas seleções, masculina e feminina.

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Vôlei de quadra brasileira em alta

Postado em agosto 23, 2008

Os Jogos Olímpicos estão no fim e a atenção do torcedor brasileiro, está principalmente, no Vôlei de Quadra.

Ambas as seleções conseguem classificação para a grande final, e a grande pedra no caminho, os times norte-americanos.

A equipe feminina é considerada favorita, já que vem invicta sem perder nenhum set, todas as partidas ganhas por 3 sets a 0 e o fato de que as americanas, vieram de um segundo lugar na segunda fase do torneio olímpico.

Segundo a jogadora Mari, nos amistosos pré-olímpicos, ganharam com uma certa facilidade, mas farão o máximo, pois a final com certeza será mais disputada.

Já no masculino, o favoritismo está com os adversários. O time de Bernardinho, heptacampeão da Liga Mundial, perdeu neste ano nas semifinais no Rio de Janeiro, derrota sofrida…

Todos os jogadores esperam enfrentar um grupo muito unido, já que Todd Machmann, sogro do técnico neozeland6es Hgh McCutcheon.

A disputa feminina é amanhã às 9 da manhã, e a masculina de sábado para domingo, às 1 da madrugada. Boa sorte para os nossos representantes, muita fé, e calma nessa hora!

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Maurren Higa Maggi, nossa campeã

Postado em agosto 23, 2008

Autor: Patrícia Tiemi

Depois de Ketleyn Quadros faturar o bronze no Judô, a primeira medalha olímpica individual feminina do Brasil, Maurren Maggi nos emocionou, nada melhor do que ouvir o nosso hino, e apreciar a nossa bandeira no lugar mais alto do pódio.

Natural de São Carlos, Maurren passou por inúmeras provações, entre elas, a lesão nos Jogos Olímpicos de Sidney e a acusação de doping em 2003, a qual cumpriu suspensão de 2 anos longe das pistas. Nesta época, Sofia, a pequena que tem dado mais força para essa campeã alcançar suas metas.

A marca da brasileira no salto em distância foi de 7m e 4cm, garantindo assim, a medalha de ouro, apenas 1cm à frente da consagrada Tatyana Lebedeva, a melhor de 2004.

Maurren Maggi, espera com essa conquista, incentivar as mulheres no esporte, e ao Atletismo do Brasil, que não voltava com medalha no peito, desde 1984 com Joaquim Cruz. Diz ainda, que com 32 anos de idade, pode tentar passaporte para Londres, que Deus te acompanhe nessa nova jornada que começa, e muito obrigada!

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Futebol masculino leva mais um bronze para o Brasil

Postado em agosto 23, 2008

Após o pesadelo de ter perdido a semifinal para os Hermanos, a seleção brasileira teve uma missão, esquecer a derrota e a continuação do pesadelo de ser penta-campeão mas nenhum campeonato olímpico, a equipe encontra ânimo e foi em busca do bronze.

O Brasil reenfrentou e venceu novamente a Bélgica hoje, desta vez por por 3 a 0. E mais um bronze, este que veio com muitas vaia da torcida (fãs Chineses), pois queriam que o Brasil jogasse mais.

Lembrando que o Brasil tinha ganhado nesta mesma olimpíada da Bélgica por 1 a 0, gol feito por Hernandes.

Os 3 a 0 foram gols marcados por:

- Diego aos 26 minutos. O lateral Rafinha foi lançado pela direita e tocou rasteiro para Diego. O camisa 15 antecipou à marcação e acertou o canto do goleiro belga. O Brasil abria 1 a 0.

- Jô aos 44 min. Ramires chutou forte e o goleiro Bailly fez boa defesa. No rebote, a bola sobrou para o atacante Jô tocar de cabeça para o fundo das redes antes do apito do árbitro no final do primeiro tempo.

No segundo tempo começou as vaias, o motivo? as duas equipes apenas tocavam a bola. Mesmo assim ainda deu tempo de ampliar a vantagem. De novo Jô, terminando assim a participação da seleção brasileira nas olimpíadas.

Autor: Natanael Garcia

Conteúdo Base: TV terra (transmissão ao vivo das Olimpíadas)

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A cabeça do povo brasileiro mudou

Postado em agosto 22, 2008

Quando os Jogos Olímpicos começaram eu achava que a cabeça dos brasileiros com relação a participação brasileira havia mudado. E mudou. Antes, todas as medalhas eram comemoradas, mas as finais, posições importantes e colocações que superam as expectativas mas não chegavam ao pódio eram esquecidas. Agora, até mesmo as medalhas de prata e bronze são pouco comemoradas e as pessoas só estão se importando com a medalha de ouro.

Pessoas que não acompanham o esporte durante quatro anos voltam todas as expectativas para os Jogos Olímpicos, inclusive a mídia brasileira que põe todas as expectativas em atletas que realmente não estavam cotadas entre os medalhistas, como Jade na ginástica, Jadel no atletismo, Tiago Pereira na natação, Edinanci no judô etc…

Ser campeão no mundial agora virou demérito. Os três medalhistas de ouro no ano passado não conseguiram repetir o feito em Pequim, assim como 12 dos 14 campeões e são criticados como decepções. Poxa, dos 14 campeões mundiais de 2007 apenas dois repetiram o feito com o ouro em Pequim. Apenas quatro países ganharam três medalhas ou mais no judô e nós fomos um deles! E todos criticando os judocas brasileiros. E quem critica é sempre aquele que fica quatro anos sem ver nada sobre o esporte, chega na época das olimpíadas, compra um guia das Olimpíadas e ve as matérias especiais de televisões e vê: Brasil tem três campeões mundiais! Descobre os nomes e se estes não forem ouro são xingados!

Tiago Pereira é quarto colocado numa prova que tem o gigante Michael Phelps, o dono de cinco medalhas olímpicas Ryan Lotche e Lazlo Cseh, que levou quatro medalhas em Pequim. E é criticado por ter sido quarto lugar nesta prova pelo fato de ele ter sido campeão pan-americano seis vezes ano passado. Mais uma vez ter sido campeão vira demérito.

Todos sabiam do problema psicológico que tem Jade Barbosa e a maioria das atletas da equipe de ginástica. Ninguém acompanha elas nestes quatro anos, a não ser nos Jogos Pan-americanos. Nossa atleta cai, chora e é recebida com risadas por todos que mal sabem que ela conseguiu o melhor resultado da história da ginástica, assim como toda a equipe.

Quem critica são exatamente aqueles que ficam sabendo das chances de medalhas pela mídia em geral, que coloca atletas muito bons, mas não os melhores do mundo, entre os cotados para uma medalha. São aqueles que nunca tinham ouvido falar de Márcio e Fábio Luiz, mas que o criticam pela derrota no tie breake de uma final olímpica, sem saber que quem era favorita era a dupla adversária, número 1 do mundo.

Se alguém merece crítica nessa delegação não são os medalhistas que deixaram o ouro escapar e sim atletas como os do futebol e do hipismo que são milionários, treinam fora e tem todo o apoio que podem. Por que Rodrigo Pessoa, que mal fala português, nasceu na França, quase desistiu de vir para o Brasil disputar os Jogos Pan-americanos e tem toda a infra instrutura européia é aplaudido pelo quinto lugar e as pessoas reclamam dos sofridos atletas do atletismo e da ginástica que tem um péssimo apoio no Brasil?

Obviamente esperava mais da participação brasileira nos Jogos, esperava medalhas de Diego Hipólito, João Derly, volei de praia feminino. Mas se essas não vieram os menos culpados são os atletas, que treinam quatro anos para um objetivo e se conseguem recebem um tapinha nas costas. Se não conseguem são xingados de amarelões até que conquistem um ouro olímpico!
A real culpa é da imprensa brasileira que coloca expectativa em quem não deve e principalmente quem não acompanha nada de esporte durante quatro anos, chega nos Jogos Olímpicos e tem ataques de anti brasileirismo falando que somos os piores do mundo, sem ao menos saber as reais possibilidades do Brasil.

Falta dinheiro, falta apoio, faltam técnicos, falta estrutura, falta público em torneios nacionais, faltam transmissões de TV, falta espaço na mídia, faltam psicólogos! Mas o que não falta é vontade e raça dos nossos atletas que se vencem são esquecidos rapidamente mas se perdem são lembrados para a história como amarelões.
TEMOS QUE PASSAR A ESQUECER OS ERROS E LEMBRAR DOS CAMPEÕES! Faça um exercício você mesmo. Tente lembrar as 10 medalhas conquistadas pelo Brasil até agora. Provavelmente você vai precisar de uma ajuda da wikipedia para lembrar. Tente lembrar as “”decepções”". Com certeza você lembrou de todas! Essa é a cabeça do brasileiro, ao invés de exautar os campeões xingam os que não ganham!

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